São Luís (MA) -Sexta 22 de Setembro de 2017

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Rede hoteleira de São Luís tem 8 mil leitos, afirma sindicato

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Seriam pelo menos 50 hotéis, decease seis flats, 60 pousadas, 160 motéis e 200 pensões.
Anderson Corrêa - Da equipe de O Estado
A rede hoteleira de São Luís tem atualmente mais de 8 mil leitos, um número muito maior do que o divulgado na Pesquisa de Serviços de Hospedagem realizada em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Luís (Sindhorbs), o número de 127 estabelecimentos destinados a hospedagem no município publicado pelo instituto não corresponde à realidade local.
De acordo com o presidente do Sindhorbs, o empresário Paulo Coelho, esses números estão mascarados, pois provavelmente o IBGE trabalhou com os estabelecimentos regularizados, e descartou as hospedarias irregulares, que não têm o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou que atuam em tipo diferente do estabelecido no alvará de funcionamento, como pousadas que atuam como hotéis.
"Atualmente apenas 40 hotéis estão associados ao sindicato e não temos conhecimento de quais são os estabelecimentos que estão irregulares. Quem cuida dessa fiscalização é a Prefeitura, a Vigilância Sanitária, o Corpo de Bombeiros, o Ministério do Trabalho e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão [Crea]", informou Coelho.
Segundo o sindicato, em São Luís existem pelo menos 50 hotéis, seis apart-hotéis/flats, 60 pousadas, 160 motéis, 200 pensões de hospedagem e somente um albergue. "As pensões de hospedagem chegam a esse número porque são casas familiares. Mas a grande maioria não é cadastrada", disse o presidente do Sindhorbs.
O Dormitório Paraense, no bairro Monte Castelo, de propriedade de Eunice e Gilmar Silva, é um exemplo desse tipo de estabelecimento. Eles recebem pessoas do interior ou de outros estados que passam de um a três dias na capital maranhense para se consultar ou fazer exames na unidade da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, vizinha à hospedaria, mas não tem registro ou alvará de funcionamento.
"Pensamos em abrir a nossa casa para receber essas famílias que, assim como a nossa, veio de longe para ser atendida no hospital. A intenção é ajudar. Agora ampliamos a casa, construímos mais quartos, cobrando diárias de
R$ 25,00 a R$ 60,00, e agora queremos regularizar nossa situação, pagar os impostos como uma microempresa", explicou Gilmar Silva.
Os hotéis e pousadas instalados no entorno da rodoviária de São Luís também foram citados por Paulo Coelho. Eles recebem um grande volume de visitantes, mas não são associados ao sindicato, como a Pousada do Biné, no Parque Roseana Sarney.
Irregularidades - De acordo com Inácio Nunes, coordenador de Vigilância Sanitária, órgão sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), muitos desses estabelecimentos atuam na irregularidade. "Os proprietários, às vezes, nem sabem da importância dos documentos legalizadores. Diferentemente dos grandes hotéis, que procuram sempre regularizar a situação quando são detectados problemas durante as fiscalizações", afirmou.
Entre as falhas mais comuns estão as relacionadas a instalações sanitárias e produtos vencidos na despensa e no frigobar. "É muito difícil encontrar um estabelecimento de hospedaria sem problemas. Às vezes, são coisas mínimas, às vezes são apenas pequenas recomendações. É importante dizer que a Vigilância não está ali apenas para punir, mas também como parceira. Temos técnicos capacitados para auxiliar os hotéis a atender melhor seus clientes", acrescentou.
Mais
A Vigilância Sanitária faz fiscalizações constantes em estabelecimentos da capital, verificando o espaço físico (quartos, cozinha, restaurantes, etc.), instalações sanitárias (água e esgoto), lavanderias, instalações elétricas, entre outros itens. Para o exercício, sete equipes fazem as inspeções (três de manhã, três à tarde e duas no turno da noite). "Mas estes profissionais não são suficientes para dar conta de todo a demanda de trabalho que temos diariamente em São Luís", disse Inácio Nunes, coordenador de Vigilância Sanitária
Matéria do Jornal O Estado do Maranhão - 11/03/2012
Seriam pelo menos 50 hotéis, seis flats, 60 pousadas, 160 motéis e 200 pensões.
Anderson Corrêa - Da equipe de O Estado 
A rede hoteleira de São Luís tem atualmente mais de 8 mil leitos, um número muito maior do que o divulgado na Pesquisa de Serviços de Hospedagem realizada em 2011 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de São Luís (Sindhorbs), o número de 127 estabelecimentos destinados a hospedagem no município publicado pelo instituto não corresponde à realidade local.
De acordo com o presidente do Sindhorbs, o empresário Paulo Coelho, esses números estão mascarados, pois provavelmente o IBGE trabalhou com os estabelecimentos regularizados, e descartou as hospedarias irregulares, que não têm o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou que atuam em tipo diferente do estabelecido no alvará de funcionamento, como pousadas que atuam como hotéis.
"Atualmente apenas 40 hotéis estão associados ao sindicato e não temos conhecimento de quais são os estabelecimentos que estão irregulares. Quem cuida dessa fiscalização é a Prefeitura, a Vigilância Sanitária, o Corpo de Bombeiros, o Ministério do Trabalho e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão [Crea]", informou Coelho.
Segundo o sindicato, em São Luís existem pelo menos 50 hotéis, seis apart-hotéis/flats, 60 pousadas, 160 motéis, 200 pensões de hospedagem e somente um albergue. "As pensões de hospedagem chegam a esse número porque são casas familiares. Mas a grande maioria não é cadastrada", disse o presidente do Sindhorbs.
O Dormitório Paraense, no bairro Monte Castelo, de propriedade de Eunice e Gilmar Silva, é um exemplo desse tipo de estabelecimento. Eles recebem pessoas do interior ou de outros estados que passam de um a três dias na capital maranhense para se consultar ou fazer exames na unidade da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, vizinha à hospedaria, mas não tem registro ou alvará de funcionamento.
"Pensamos em abrir a nossa casa para receber essas famílias que, assim como a nossa, veio de longe para ser atendida no hospital. A intenção é ajudar. Agora ampliamos a casa, construímos mais quartos, cobrando diárias de 
R$ 25,00 a R$ 60,00, e agora queremos regularizar nossa situação, pagar os impostos como uma microempresa", explicou Gilmar Silva.
Os hotéis e pousadas instalados no entorno da rodoviária de São Luís também foram citados por Paulo Coelho. Eles recebem um grande volume de visitantes, mas não são associados ao sindicato, como a Pousada do Biné, no Parque Roseana Sarney.
Irregularidades - De acordo com Inácio Nunes, coordenador de Vigilância Sanitária, órgão sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), muitos desses estabelecimentos atuam na irregularidade. "Os proprietários, às vezes, nem sabem da importância dos documentos legalizadores. Diferentemente dos grandes hotéis, que procuram sempre regularizar a situação quando são detectados problemas durante as fiscalizações", afirmou.
Entre as falhas mais comuns estão as relacionadas a instalações sanitárias e produtos vencidos na despensa e no frigobar. "É muito difícil encontrar um estabelecimento de hospedaria sem problemas. Às vezes, são coisas mínimas, às vezes são apenas pequenas recomendações. É importante dizer que a Vigilância não está ali apenas para punir, mas também como parceira. Temos técnicos capacitados para auxiliar os hotéis a atender melhor seus clientes", acrescentou.
Mais
A Vigilância Sanitária faz fiscalizações constantes em estabelecimentos da capital, verificando o espaço físico (quartos, cozinha, restaurantes, etc.), instalações sanitárias (água e esgoto), lavanderias, instalações elétricas, entre outros itens. Para o exercício, sete equipes fazem as inspeções (três de manhã, três à tarde e duas no turno da noite). "Mas estes profissionais não são suficientes para dar conta de todo a demanda de trabalho que temos diariamente em São Luís", disse Inácio Nunes, coordenador de Vigilância Sanitária
Matéria do Jornal O Estado do Maranhão - 11/03/2012

 

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